O fim veio numa manhã em que parecia que nada ia dar errado.
As pessoas trabalhavam calmamente ao redor da vila, alguns passeavam calmamente nos arredores, outros chegavam do trabalhou saiam par trabalhar, e ainda outro vinha de longas jornadas em busca de suprimentos.
Não sei dizer como exatamente aconteceu, foi tudo muito rápido, mas em determinado momento as informações ficaram desconexas e o ar ficou cheio de dúvidas e apreensão.
O dia estava ensolarado, um domingo quente, porém calmo.
De repente, não mais que de repente, da improbabilidade do céu azul começaram a despencar saraivas de pedras em chamas.
Gigantescas pedras vermelhas em brasa ardente caíram por toda a vila.
O desespero tomou conta de todos. nem o mais cataclismo profeta previra algo assim tão aterrador. Todos fomos pegos desprevenidos. Centenas mortos em poucos minutos. Alguns conseguiram salvar-se por estarem longe o suficiente da vila. Mas os moradores que ainda estavam por casa não tiveram tempo de correr. E por mais sinistro que possa parecer as pedras caíram apenas na vila, poucos ou quase nenhuma atingiu as plantações no entorno ou mesmo as planícies e matas que cercavam a vila. os deuses certamente tinham contas a ajustar conosco, uma divida que nunca tivemos conhecimentos de adquirir e nenhuma chance de pagar.
- Pára com isso Pedrinho, seu sádico! Não joga o carvão do churrasco no formigueiro.
[NOTA: escrito numa tacada, sem correção ou releitura - excercício]
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